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TINTAS
Sem alarde, o mercado brasileiro de tintas industriais mantém ritmo de crescimento superior ao do Produto Interno Bruto (PIB). Além da importância do segmento para a indústria de tintas – é superado apenas pelas linhas decorativas imobiliárias –, esse desempenho evidencia a produção de artigos de qualidade superior. Ao consumidor final, sobram benefícios como o melhor acabamento externo de utensílios domésticos, pisos mais resistentes e, ainda, com menos agressões ao ambiente.
O projeto paranaense, porém, sofreu atrasos na implantação, inicialmente prevista para este ano, e deve demorar ainda um ou dois anos para começar a produção. Cuca Jorge Muitas vezes apresentada como forma de sobrevivência em mercado competitivo, essa informalidade representa prejuízo social óbvio, pela queda de arrecadação fiscal. Para o setor de tintas, no entanto, o principal prejuízo pode ser a dificuldade para introduzir conceitos mais modernos e mais eficientes de proteção e acabamento de superfícies, preteridos pela existência de produtos de linha conservadora com preços reduzidos por meio de sonegação fiscal.
A partir de dados de mercado, a informalidade parece ser maior nas tintas em pó. “Pelas nossas contas, até 50% do mercado de tinta em pó no Brasil é informal”, calculou Eduardo Nowak Dantas, gerente administrativo financeiro da Protech do Brasil, empresa de origem canadense especializada em tintas em pó, com expressiva participação na América do Norte. A Protech ampliou sua participação local por meio da compra da unidade de tintas em pó da Renner-DuPont em novembro de 2000. |
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