“A espinha dorsal já está pronta e pretendemos definir até o final do ano o programa, que deve ser concluído com as sugestões dos associados após a entrada em operação em agosto do novo link do Atuação no site da Abiquim”, afirmou o gerente de assuntos técnicos da referida associação, Marcelo Kós, também coordenador geral do Atuação Responsável. Ferramenta que no futuro será o ponto de encontro e de informações para implantação das práticas, substituindo os grandes calhamaços dos antigos guias de implementação e unindo legislações e normas afins ao programa, o link servirá de imediato como primeiro contato com a revisão por parte dos diversos associados que não participaram muito ativamente dos trabalhos promovidos pelas diversas comissões técnicas da Abiquim.

.Aliás, trata-se aí de uma maioria, dentro do universo de 180 signatários. Cuca Jorge
Soto mostra folheto com as práticas revisadas

Como planejado – O programa revisado seguiu o planejado pelos coordenadores desde o início. Em primeiro lugar, a quantidade das práticas foi reduzida, de 116 para 75, tornando-o muito mais palátavel, segundo lembrou durante o congresso Jorge Soto, o coordenador da comissão técnica do Atuação Responsável. Não por menos, durante sua palestra em 28 de julho, Soto chegou a ser ovacionado pelos congressistas ao apresentar o pequeno folheto de oito páginas contendo as novas práticas. “O Atuação Responsável ficou leve”, resumiu para a platéia.
Além da “leveza”, uma outra meta da revisão também foi atingida: a de harmonizar as práticas para preparar as empresas na adoção de normas exigidas pelo mercado, de segurança, saúde, meio ambiente em um primeiro momento, e na questão da excelência nas etapas posteriores. Dividido agora em quatro níveis de implementação, onde se definem os detalhes de comprometimento com as diversas práticas, o programa, quando adotado até o seu nível 2, segundo Marcelo Kós, deverá garantir as certificações não só do Atuação Responsável, por meio da auditoria do VerificAR, como das demais normas de saúde e segurança (OHSAS 18001) e meio ambiente (ISO 14001).
“Estamos em negociação com os órgãos certificadores para padronizar as auditorias o mais rápido possível”, afirma Kós. Isso significa que, provavelmente já a partir de 2006, as empresas interessadas poderão ser submetidas de uma só vez a uma auditoria integrada para certificação e de manutenção periódica, nos moldes das normas ISO. “Esta será uma das grandes motivações para as empresas”, completa o gerente da Abiquim.

Uma nova motivação seguinte para as empresas, para continuarem subindo nos degraus de implementação, passando para os níveis 3 e 4, será o de perseguir as metas para a chamada excelência empresarial Indicadores de desempenho
 

 

 
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