Capacidade produtiva cresce para acompanhar clientes Marcelo Fairbanks
Os produtores esperam novos e grandes projetos, a exemplo de Veracell
e Rio Polímeros, para instalar novas linhas de gases industriais,
notadamente de gases do ar (nitrogênio, oxigênio e argônio),
quase sempre dedicadas. Separadoras criogênicas multiclientes, para
atender o mercado em geral, estão fora de moda. “O mercado brasileiro de gases industriais cresce mais do que o
PIB”, garante José Fernando Rodrigues, diretor de negócios
de gases industrias para o Brasil da AGA S.A., empresa adquirida mundialmente
há cinco anos pelo grupo Linde. O curioso é que a AGA comprara
em 1992 os negócios de gases da Linde no País. “A
América do Sul é considerada região prioritária
para investimentos do grupo, tanto quanto a Ásia, mas dependemos
de projetos viáveis”, considerou. Ele adiantou que a empresa
inicia a construção de uma planta de gases do ar, para entrar
em operação dentro de 48 meses.
corrência e investimentos de US$ 40 milhões, realizados
nos últimos dois anos. No caso da Veracell, a unidade é
voltada para a produção de oxigênio, que abastece
a ilha química montada pela Eka Nobel para conduzir o branqueamento
de celulose na nova fábrica baiana.
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