Pólo catarinense cresce em nichos de mercado

DEMANDA FRACA E REAL FORTE OBRIGAM A DESENVOLVER NOVOS PRODUTOS E MERCADOS

Texto e fotos de Fernando C. de Castro

O concorrido mercado de fabricação de tintas, solventes e insumos para pintura de Santa Catarina teve altos e baixos em 2005. As previsões de crescimento do setor na casa de 5%, em média, não se confirmaram assim como no restante do País e talvez nem chegue aos 4%. Existem inclusive registros de retração. É o caso da Farben, de Criciúma, uma das empresas mais importantes no abastecimento da indústria nacional de móveis. Seu diretor-presidente e fundador Jayme Zanatta, culpa a alta das matérias-primas e problemas sérios de exportação criados a partir da valorização do real e reconhece ter encolhido em volume negociado.

“Embora tenhamos crescido bem em 2004, não conseguimos absorver o preço das matérias-primas no ano que termina”, reconhece o empresário. Zanatta admite ter, neste momento, dificuldades para colocar seus produtos no mercado, principalmente na Bolívia, Equador e Peru, onde tem uma expressiva carteira de clientes. Fernando C. de Castro

Zanatta: conjuntura prejudica vendas para a América Latina

 

 
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