Açúcar e álcool
puxam a fila, mas DOMINGOS ZAPAROLI
Os negócios estão aquecidos no mercado brasileiro de centrífugas.
Indústrias de segmentos econômicos diversos, como papel e
celulose, açúcar e álcool, biodiesel, biotecnologia,
alimentação, petroquímica e a indústria naval,
estão investindo e gerando encomendas de centrífugas. As
duas principais empresas do setor, a sueca Alfa Laval e a alemã
Westfalia Separator, falam em um crescimento superior a 20% em 2005 e
da expectativa de repetir o bom desempenho em 2006. Enquanto isso, empresas nacionais, menores e segmentadas, como a Mausa e Pana American, anunciam parcerias internacionais com o objetivo de ampliar seus leques de atuação e se posicionar melhor no mercado. A Mausa fechou acordo com a suíça Ferrum e a Pana American concluiu negociações e está pronta para assinar um contrato de parceria societária com a francesa Rousselet. “Na prática, já estamos representando a Rousselet no Brasil, mas nossos planos incluem até a produção local”, diz Silvio Costa Ribeiro, diretor da Pana American.
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