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PERSPECTIVAS 2007
adesivos |
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Medidas de estímulo à
construção civil animam
a venda de selantes |
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Marcelo Furtado |
Se alguém quiser
escolher, dentro da indústria química, um segmento promissor para apostar
suas fichas, sem dúvida o de adesivos e selantes será uma boa opção. E
isso tanto em virtude de seu bom desempenho quase permanente nas últimas
décadas, desde quando suas inegáveis qualidades técnicas passaram a
substituir processos de fixação mecânica, como especificamente ao se
avaliar o cenário mais imediato, no Brasil de 2007.
| Neste caso, a expectativa tem
endereço certo: recentes medidas governamentais de incentivo à
construção civil, em obras de habitação e de infra-estrutura, têm
grande potencial de alavancar o consumo de vários tipos de adesivos.
Além do incentivo direto que a maior quantidade de obras trará, vale
destacar ainda que alguns selantes (mástiques) entraram no último
trimestre de 2006 em lista do governo para reduzir o IPI (imposto
sobre produtos industrializados) de insumos empregados na construção
civil. A expectativa de boas vendas nessa área é oficial dentro do
segmento e norteia a atual política setorial da comissão de colas,
adesivos e selantes da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim),
que reúne as empresas responsáveis por cerca de 80% desse mercado no
Brasil. |
Cuca Jorge |
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Kampff: pedido para reduzir
IPI de selantes de silicone |
De acordo com o presidente da comissão, Julio Muñoz Kampff,
também presidente da Henkel para o Mercosul, as vendas para construção,
por prometerem crescimento rápido em 2007, receberão um tratamento
específico dos associados, tanto em suas ações isoladas de marketing como
nas setoriais, por meio da Abiquim.
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