Com projeções de crescimento estimadas em 7% neste ano, aproximadamente 30 mil profissionais do setor deverão participar da 6ª Feira da Indústria de Tintas e Vernizes & Produtos Correlatos (Feitintas 2008), entre os dias 17 e 20 de setembro no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. De acordo com a avaliação do presidente em exercício do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do
automotivo. A temática dos eventos técnicos paralelos à mostra – o 4º Encontro Brasileiro da Cor, o 6º Encontro Nacional dos Revendedores de Tintas, o 5º Encontro de Repintura e Complementos Automotivos e um ciclo de palestras para o segmento de tintas industriais – transparece esse avanço da indústria de tintas no país. Essas promoções paralelas contam com o apoio de entidades como MundoCor e Artesp, a associação que reúne os lojistas de tintas em todo o estado de São Paulo. A idéia central da Feitintas é promover a união de todos os elos da cadeia produtiva e comercial das tintas, para impulsionar a evolução tecnológica e econômica do setor e apresentar aos usuários benefícios na conservação das moradias e na melhoria de sua aparência e higiene. Desempenho animador – Somando todos os segmentos de aplicação, a produção brasileira de tintas alcança a marca de 1,2 bilhão de litros por ano, segundo estimativas do Sitivesp. Esse volume é o quarto maior do mundo, obtido pela atividade de aproximadamente 400 fabricantes instalados no país. Desse volume produzido, 65% foi direcionado à construção civil, atualmente em fase de forte expansão, embora ainda insuficiente para suprir o déficit nacional de moradias, avaliado em 7 milhões de unidades. Em 2007, o aumento de faturamento registrado pelo setor foi de 18%, muito além da evolução do PIB, chegando ao total de US$ 2,76 bilhões. Como a construção civil mantém o ritmo de obras, que entraram na fase de acabamento, exatamente aquela na qual se usam as tintas, a expectativa do Sitivesp para 2008 é de alcançar crescimento de produção e de faturamento mais uma vez acima do PIB. Apesar disso, a entidade sindical mantém a luta contra a pesada carga tributária, o desequilíbrio da taxa cambial e os juros elevados praticados no Brasil.
Fonte: Sitivesp |
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