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Anticorrosivas têm alternativas
para reduzir o custo da pintura
Texto de José
Paulo Sant’Anna e fotos de Cuca Jorge
O
ano de 2008 vinha às mil maravilhas, mas a crise econômica mundial, que
deu o ar das graças no segundo semestre, “enferrujou” as vendas. Nos
últimos meses do ano passado, os negócios “naufragaram”. Agora começam a
voltar à tona. Trocadilhos de humor duvidoso à parte, os fornecedores de
tintas contra a corrosão e navais sentiram o baque da crise econômica
surgida nos últimos meses do ano passado.
A explicação para as dificuldades é simples. Os principais clientes desses
revestimentos são as empresas de petróleo e gás, energia, mineração,
siderurgia, açúcar e álcool e papel e celulose e os estaleiros. Todos
esses segmentos, em maior ou menor intensidade, estão sofrendo com os maus
ventos da economia. O mercado interno esfriou. As receitas obtidas com
exportações caíram com os problemas vividos pelos países avançados. Muitas
empresas adiaram projetos ou estão realizando investimentos em ritmo mais
lento.
As dificuldades dos clientes explicam o fato do nicho estar sofrendo mais
do que os dos fornecedores de tintas para outros dois grandes grupos de
usuários. O setor imobiliário, maior consumidor de tintas do país, começa
a se recuperar e pode fechar o ano com crescimento. As vendas do setor
automobilístico, outro comprador importante, desde o início do ano estão
em patamar similar ao do mesmo período do ano passado.
A boa notícia fica por conta da sensação do mercado ter passado pelo pior
momento. A recuperação das vendas de tintas anticorrosivas e navais se
iniciou de forma tímida depois do carnaval. O ritmo dos negócios está
evoluindo, mas é difícil arriscar qualquer previsão sobre o futuro. À
primeira vista, esse nicho de mercado deve lutar para atravessar 2009 sem
apresentar resultados negativos. Pensando em um prazo mais longo, as
perspectivas são boas. Fatores como a intensificação da exploração de
petróleo e a recuperação dos estaleiros nacionais, entre outros,
fortalecem o otimismo no futuro.
Três empresas contam com importante participação nesse mercado por aqui.
Duas multinacionais lutam pela liderança: a AkzoNobel International, por
meio da divisão International Paint (IP), e a Sherwin-Williams, por meio
da unidade Tintas Sumaré. A terceira força é a nacional Renner. Outros
fornecedores participam do mercado de forma mais tímida, como a fabricante
de especialidades de química fina Polipox.
De acordo com números da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas
(Abrafati), no ano passado o segmento de tintas industriais, no qual se
encaixa esse nicho, faturou US$ 728 milhões, com evolução em torno de 21%
em relação ao exercício anterior. O crescimento foi próximo ao da média do
segmento de tintas como um todo, que apresentou faturamento de US$ 2,9
bilhões em 2008. Estimativa da associação aponta que o setor deve atingir
faturamento próximo da casa dos US$ 3 bilhões em 2009.
Tecnologia – Para os especialistas, o “bolso” é parte bastante
sensível do corpo humano. Os grandes usuários de tintas contra corrosão e
navais não gostam de perder dinheiro em operações de manutenção demoradas.
Por isso, aceitam pagar mais por fórmulas com maior valor agregado.
Depois, é lógico, de estarem convencidos da melhor relação custo/benefício
dos produtos e de muita negociação. A particularidade abre brecha para as
empresas investirem na pesquisa e desenvolvimento de novas fórmulas. Não à
toa, muitas novidades chegaram ao mercado nos últimos cinco anos.
Encontrar saídas menos prejudiciais ao meio ambiente é outro desafio
constante para os fabricantes das tintas. A procura ocorre não só para
satisfazer leis ambientais cada vez mais rigorosas postas em vigor em
todos os cantos do planeta. Também existe a preocupação, por parte dos
grandes usuários, de transmitir ao mercado a imagem de empresas
responsáveis.
As exigências incentivam estudos para promover a substituição das
substâncias agressivas presentes nas fórmulas. São os casos dos compostos
orgânicos voláteis (COV), mais conhecidos pelo nome de solventes, ou dos
metais pesados. Nas composições mais modernas, os produtos prejudiciais
estão presentes em quantidades menores ou, em muitos casos, ausentes.
O treinamento dos usuários também preocupa os fornecedores de tintas. O
correto manuseio das tintas, a preparação adequada das superfícies a ser
pintadas e a aplicação feita de acordo com as recomendações são fatores
muito importantes para a obtenção da qualidade desejada. Quando esses
cuidados não ocorrem, a pintura se mostra ineficaz e os usuários muitas
vezes culpam, de forma injusta, o produto utilizado. O problema é muito
presente nas operações de manutenção. Nas novas estruturas, os
revestimentos em geral são aplicados dentro de padrões de excelência
rigorosos.
Valor agregado – A Tintas Sumaré tem apostado nos últimos tempos no
lançamento de produtos de elevado desempenho como forma de manter posição
de destaque no mercado. “Nas áreas de revestimentos industriais e
marítimos, temos muitas novidades”, informa Celso Gnecco, gerente de
treinamento técnico.
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Entre
as tintas industriais, um dos lançamentos recentes da empresa foi o da
linha formada por produtos isentos de alcatrão de hulha e de metais
pesados, substâncias consideradas perigosas à saúde dos pintores e
agressivas ao meio ambiente. Essas eram usadas sem parcimônia no
passado pelas indústrias do setor. “Os produtos dessa linha têm base
em resina epóxi e baixo teor de solventes. Eles apresentam desempenho
muito bom, têm grande resistência à água e aos produtos químicos, e
podem ser usados em superfícies submersas ou enterradas”, afirma.
Também para o nicho das industriais, a Sumaré apresentou há alguns
meses as linhas isentas de COV. “Elas não contêm solventes e são
fáceis de aplicar por meio de pistolas”, diz. Outra série de tintas
recente é chamada de surface tolerants, aplicável em superfícies
úmidas e/ou preparadas sem o rigor cobrado pelas tintas de gerações
anteriores. “As novas fórmulas contam com modernos aditivos e resinas
e aderem mesmo em superfícies com residual de ferrugem”, garante
Gnecco. O gerente faz uma ressalva. “Elas exigem cuidados bem menores,
mas é necessária, no mínimo, a preparação mecânica feita com escovas
de aço.” |

Gnecco: linha naval aposentou os metais pesados e o alcatrão de hulha |
Mais uma novidade:
importada dos Estados Unidos, uma linha colocada há pouco tempo no mercado
pela Sherwin-Williams permite a pintura de superfícies quentes, com
temperaturas até 260ºC. “Ela é indicada para cobrir dutos aquecidos,
fornos, caldeiras e chaminés, entre outras aplicações”, diz o gerente.
Como vantagem, a série permite às empresas fazer manutenções sem a
necessidade de total resfriamento, o que traz maior rapidez na operação e
economia de energia. Essas tintas são monocomponentes e estão disponíveis
em diversas cores.
A última novidade entre as tintas industriais da Sumaré é formada por uma
linha na qual se acrescentam pigmentos ópticos ativos, adquiridos pela
empresa em caráter exclusivo. Ela permite a detecção de defeitos na
pintura com o uso de lanternas emissoras de luz ultravioleta. “A tinta
dispensa a realização dos testes convencionais, que destroem a pintura e
oferecem risco para o operador, pois são feitos com o uso de alta
voltagem”, explica Gnecco.
Quando o assunto recai sobre pintura de embarcações, a Sherwin-Williams
também tem novidades. A multinacional adquiriu no final de 2008 a Euronavy,
empresa portuguesa especializada na fabricação de tintas navais com
tecnologia de ponta. O processo de integração das duas empresas está em
curso. “As duas marcas permanecerão no mercado”, explica o gerente. A
ideia é avaliar as linhas existentes e oferecer ao mercado fórmulas
complementares. “A Euronavy está presente em quase todas as plataformas da
Petrobras no Brasil”, informa.
De acordo com Gnecco, um dos maiores desafios dos fornecedores de tintas é
demonstrar aos clientes que os produtos mais modernos oferecem melhor
custo/benefício. Há grandes clientes interessados em conhecer as
novidades, mas também existem compradores cuja preferência recai sobre os
produtos mais baratos. O mesmo raciocínio vale na hora em que os
fornecedores oferecem produtos ecológicos. “Os clientes devem perceber que
o uso de produtos agressivos à natureza pode trazer prejuízos de imagem
perante a opinião pública ou até via ações trabalhistas de operadores cuja
saúde for prejudicada”, avalia.
Sem revelar números, Gnecco admite que as vendas no Brasil da Tintas
Sumaré caíram depois da chegada da crise. Ele ressalta, no entanto, que a
empresa não promoveu demissões e mostra esperança na recuperação dos
negócios nos próximos meses.
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Inovações – A International Paint, divisão do grupo AkzoNobel,
oferece diversas soluções para o mercado de tintas anticorrosivas.
“Temos revestimentos para proteção em todos os ambientes classificados
pela ISO 12944, do C1 ao C5-M”, resume Patrícia Vilhena, gerente de
vendas de protective coatings. Ela cita as linhas para pintura interna
de tanques, para superfícies que trabalham em elevada temperatura ou
em ambientes severos, além das voltadas para a proteção passiva contra
o fogo. Gustavo Faria, supervisor de marketing, também destaca os
produtos com tecnologias inovadoras, caso dos revestimentos com
acabamento polisiloxano, de secagem ultrarrápida e de metalização a
frio. |

Faria e Patrícia: crescem as opções nos revestimentos protetivos |
As linhas industriais
oferecidas foram enriquecidas com a aquisição de duas empresas feita pela
AkzoNobel. A compra no ano passado da Enviroline enriqueceu o portfólio de
produtos com a linha epóxi novolac, formada por revestimentos 100%
sólidos. Em 2007, foi adquirida a Ceilconte, que em sua linha conta com
produtos para proteção específica de áreas sujeitas aos ataques químicos e
ácidos.
Na divisão de tintas marítimas, os destaques se concentram nos produtos de
controle de incrustação livres de TBT, nas tintas resistentes à abrasão e
nas voltadas para tanques de lastro das embarcações, informa Marcos
Torres, gerente de vendas da divisão marítima. Alguns produtos para a
pintura de embarcações são
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destacados por Rosiléia Mantovani, gerente de marketing da divisão
marítima. Um deles é o Interplaze Zero, primer silicado de zinco à
base de água, produto sem solventes. Outro, o Interfine 979, tinta à
base de polisiloxano com propriedade de promover retenção de brilho e
cor superior aos poliuretanos. O Intersleek 900, à base de
fluorpolímeros, substitui os antifouling convencionais, por meio do
desprendimento de incrustações. “Ele é excepcionalmente liso, diminui
a rugosidade do casco e aumenta a resistência a danos mecânicos. Além
de não agredir o meio ambiente, chega a reduzir em até 6% o consumo de
combustível e a emissão de dióxido de carbono”, diz. |

Torres e Rosiléia oferecem tintas marítimas antifouling sem TBT |
De acordo com os
executivos da IP, a preocupação ambiental está presente em toda a linha de
revestimentos. Mesmo quando a legislação brasileira permite o uso de
determinado material, ele não é utilizado se proibido em algum outro país.
Um exemplo: desde janeiro de 2006, o zarcão não vem sendo usado nas
fórmulas da empresa, apesar de não haver norma nacional contra a
utilização deste pigmento. Outro exemplo é o da eliminação do uso de
alcatrão de hulha em todas as composições desde dezembro de 2005.
O ano de 2008 foi de resultados excelentes no mercado nacional, recordes
para a IP. O de 2009 representa um grande desafio. Os executivos esperam
nesse ano fortalecer o relacionamento com seus clientes, para entender
suas necessidades e oferecer soluções diferenciadas.
Tintas gaúchas – Há 82 anos no mercado de tintas, a gaúcha Renner,
de capital nacional, nas últimas quatro décadas participa dos nichos de
tintas contra a corrosão e naval. Sua atuação é bastante ativa. “Nosso
maior cliente é a Petrobras. A empresa, de forma direta ou indireta, é
responsável por 50% das nossas vendas”, informa Edson Hernandes Garcia,
gerente regional de vendas. Outros clientes importantes
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são a
Vale, as usinas de açúcar e álcool, geradores de energia termoelétrica
ou hidroelétrica e plantas industriais.
“Nosso mercado reagiu mal à crise, houve muitos projetos postergados
ou com obras tocadas em ritmo menor do que o previsto. Nossas vendas
caíram de 30% a 40% em relação ao mesmo período do ano passado”,
revela Clayton Queiroz Junior, gerente-geral de vendas. O dirigente,
no entanto, não perde o otimismo e acredita numa recuperação nos
próximos meses. Além disso, lembra que nos últimos anos os resultados
têm sido significativos. |

Garcia
e Queiroz (dir.): clientes postergaram ou retardaram projetos |
A tendência do mercado
desde a virada do século, de acordo com os executivos, é a do aumento da
procura por produtos de elevado desempenho e menor agressividade ao meio
ambiente. “Nossa função é demonstrar o custo/benefício das tintas e
conversar bastante para convencer os clientes das vantagens dos produtos
com maior valor agregado”, revela Queiroz.
Dentro dessa perspectiva, três séries de produtos da Renner são destacadas
pelos gerentes. A linha Revchem, formada por revestimentos com fórmulas à
base de epóxi fenólica novolac, está no mercado há dois anos. Ela é
voltada para aplicações nas quais se exige alta resistência a ataques
químicos e abrasão, casos dos revestimentos internos de tanques de
armazenamento das indústrias química e petroquímica, e de tanques navais,
ferroviários ou rodoviários. “Os produtos Revchem permitem tempo de set up
mais rápido do que as tintas convencionais”, diz Garcia.
“A série Oxibond, à base de epóxi modificada e de baixo teor de solventes
orgânicos, tem como característica principal a excelente resistência
física e mecânica”, garante Queiroz. A linha pode ser utilizada com a
dupla função de fundo e acabamento e tem propriedade surface tolerant.
Destina-se à pintura de grandes estruturas, revestimentos de tanques e
tubulações e equipamentos industriais diversos, em especial nas indústrias
de papel e celulose. “Também pode ser útil para proteger equipamentos
submetidos à proteção catódica por corrente impressa ou em tubulações
enterradas”, acrescenta Queiroz.
Para o mercado das tintas navais, a empresa fornece a série Supermarine,
de tintas anti-incrustante tin free de autopolimento. “Suas composições
contam com polímeros orgânico-metálicos e biocidas de elevada eficiência,
úteis para as partes do navio que atuam abaixo da linha da água”, diz
Queiroz. No mercado de proteção às embarcações, os executivos da Renner
têm um orgulho. “No ano passado, a Renner forneceu as tintas para a
manutenção do porta-aviões São Paulo. Agora somos os fornecedores de 100%
das tintas usadas nos barcos da Marinha”, informa o gerente-geral.
Soluções completas – A Polipox, empresa nacional criada há vinte
anos, se autodenomina especializada no desenvolvimento de produtos de
química fina, entre eles derivados de polímeros especiais. Isso faz com
que ela participe desse mercado com estratégia diferenciada das gigantes
fabricantes de tintas. “Desenvolvemos soluções completas para a proteção e
recuperação contra a corrosão”, explica Gláucio Conde, gerente técnico e
de marketing da empresa.
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Essas
soluções são indicadas para metais, madeira e concreto, entre outros
materiais. Elas incluem, além da fabricação de tintas, a produção de
adesivos e de resinas destinadas a preencher microfissuras, eliminar
deformações ou reforçar estruturas. Por oferecer produtos para
serviços completos de reparação, a empresa trabalha muito em parceria
com empreiteiras nos serviços de manutenção ou construção de novas
plantas.
No campo das tintas, a Polipox conta com a linha Polipaint, formada
por produtos com diferentes composições e destinada a aplicações
distintas. Entre as preocupações da empresa, se encontra a de oferecer
produtos livres de substâncias agressivas ao meio ambiente. Entre
elas, as 100% sólidas, isentas de solventes, são divididas em dois
grupos. Um é formado pelas tintas curadas por radiação ultravioleta,
muito utilizadas para revestir móveis e carpetes de madeira. A segunda
linha sólida é curada por processos feitos em altas temperaturas
(entre 180ºC e 200ºC) e voltada para a proteção de peças usadas em
eletrodomésticos de linha branca, tubulações de bicicletas e pelo
mercado de autopeças. |

Conde: estratégia contempla a criação de soluções completas |
A empresa também conta com
revestimentos contra corrosão com pequena quantidade de solventes e a
presença de resinas epóxi de baixíssimo peso molecular e viscosidade.
Podem ser usados em aplicações internas, para proteger reservatórios de
produtos químicos ou tubos, ou enterradas. A empresa oferece composições
usadas tanto como fundo quanto para aplicações de acabamento e para
diferentes espessuras.
Para aplicações externas, presentes, por exemplo, em plantas petroquímicas
ou em usinas de álcool, a empresa oferece tintas baseadas em poliuretano
alifático, mais resistente ao amarelecimento do que o epóxi. Nas tintas
para superfícies das embarcações que ficam submersas, a empresa conta com
fórmula isenta do alcatrão de hulha.
O desempenho das vendas da Polipox nos últimos meses tem variado de acordo
com o nicho atendido. “As tintas voltadas para projetos de manutenção
sofreram queda de 10% na procura”, informa Conde. A queda, nesse caso, não
é considerada expressiva. “Muitas empresas aproveitaram a parada nos
negócios para realizar reparos”, explica. O mercado dirigido para a
pintura de máquinas sofreu bem mais. “Nesse caso, houve queda de 50%”,
lamenta. A indústria naval não é mercado muito relevante para a empresa.
“Nossos produtos são mais usados em barcos menores, de pescadores, feitos
de madeira ou metal”, conta.
A crise econômica não alterou os planos de investimento da Polipox. Hoje,
a empresa tem capacidade instalada para fornecer 60 toneladas por mês de
revestimentos técnicos. Até o final do ano, esse número deve triplicar com
a inauguração de uma fábrica no município de Cesário Lange-SP. “A
inauguração estava prevista para o primeiro semestre, mas a crise atrasou
o cronograma da obra”, explica. O investimento no empreendimento superou a
casa dos R$ 5 milhões.
A inauguração da nova planta da Polipox é prova do bom potencial de
negócios do setor. Apelando novamente aos trocadilhos de gosto duvidoso,
os fabricantes de tintas do setor torcem para “dar um brilho” nos negócios
e “navegar” em mares mais tranquilos. É esperar para ver.
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